Tags

, , ,

Finalmente, depois de muita falta de interesse, desestimulo e nenhuma curiosidade, comecei a ter aulas de direção (tá bom foi só uma, mas o que importa é a intenção não é mesmo?).

O primeiro ponto, sério alguma alguma vez na sua vida nos seus devaneios mais loucos já me imaginou dirigindo? Não? Ok, nem eu nunca me imaginei dirigindo, alias, nunca  fui de brincar com carrinho ou de prestar grande atenção em veículos.

Bem, aparentemente o Gerson não se importou muito com isso e disse, “Vamos lá fora eu vou lhe dar aulas de direção”, com um meio sorriso – do tipo é difícil mas vamos tentar.

Posso me concentra em dizer que ele foi um excelente professor, muito calmo e cuidadoso, e muito muito paciente.

Mas vamos nos concentrar nas minhas sensações de dirigir. Primeiramente não achei difícil, talvez um pouco confuso e levemente complexo, mas de certa forma fácil.

Requer concentração, atenção e coordenação, mas não um Q.I. muito alto.

E teve uma coisa muito complexa para mim, pisar no acelerador. Eu sei que aparece ridículo, mas regular a pressão sobre o acelerador foi um desafio, talvez por eu ter o pé muito pesado – ou falta de jeito mesmo.

Mas com relação ao resto, trocar marcha, frear, embreagem, etc, bem nada que treino não resolva, mas de certa forma foi tranqüilo.

Não obstante, posso dizer que começo a entender as sensações relativas ao ato de dirigir e sentar atrás do volante. O poder, a sensação de controle, a adrenalina e a sensualidade de dirigir.

Confesso que fiquei com vergonha do Gerson , afinal de contas ele dirige muito bem, e fiquei sem graça de falhar. Mas ao todo a experiência foi muito boa, e nessa semana que passou ( e ainda esta passando) pedi dicas a quase todos que eu sei que dirigem. E passado o trauma estou pronto para mais aulas.

Enfim, espero que dominar isso logo. E levar os outros para passearem comigo, afinal favores foram feitos para sido passados adiante.

Te vejo mais tarde na estrada, bye.

Anúncios